Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery 2016; 35(03): 257-269
DOI: 10.1055/s-0036-1584558
Technical Note | Nota Técnica
Thieme Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Osteoplastic Orbitozygomatic-Mastoid-Transattical Craniotomy

Craniotomia orbitozigomático-mastóideo-transatical osteoplástica
Ilton Guenhiti Shinzato
1  Neurosurgery Residency Program Supervisor of Santa Casa, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS, Brazil
2  DSc, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brazil; Thesis Research done at Teikyo University, Chiba, Japan
3  Titular Member of ABNc, ABORL, FLANC, WFNS; Active Member of the Walter E. Dandy Neurosurgical Society, St. Louis, United States
4  Titular Member of Brazilian Neurosurgery Society – SBN, São Paulo, SP, Brazil
,
Felipe Bouchabki de Almeida Guardini
4  Titular Member of Brazilian Neurosurgery Society – SBN, São Paulo, SP, Brazil
5  Neurosurgeon, Residency at Santa Casa, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS, Brazil
,
Fernando Kobayashi
4  Titular Member of Brazilian Neurosurgery Society – SBN, São Paulo, SP, Brazil
5  Neurosurgeon, Residency at Santa Casa, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS, Brazil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

12 January 2016

13 April 2016

Publication Date:
20 June 2016 (online)

Abstract

Objective The objective of this study is to introduce and describe a surgical technique called Osteoplastic Orbitozygomatic-Mastoid-Transattical Craniotomy (Osteoplastic OZ-MT) and to show the possibility of accomplishing osteoplastic craniotomies for other classical lateral transcranial approaches.

Technique The Osteoplastic OZ-MT combines many lateral transcranial approaches. The surgical approach involves structures of lateral and basal portions of the skull, from the frontal bone, superolateral-inferolateral-posterolateral walls of the orbit, zygoma, zygomatic process, sphenoid greater and lesser wings, temporal fossa, mandibular fossa, zygomatic process of the temporal bone, petrous pyramid, mastoid, up to the parietal and occipital regions. The temporal muscle is totally preserved and attached to the one-piece-only bone flap.

Results We have developed and used routinely the technique, including its variants and combinations, for about twenty years in children and adults to treat and/or remove mainly mesial, basal, intra, and/or extra-cranium lesions, from the anterior fossa, passing through the middle fossa and going up to the regions of the clivus, basilar artery, and cerebellum-pontine angle, with greater surgical degree of freedom and consequent reduction of morbidity and mortality. So far, we have not had any complications nor important sequels, and the aesthetic and functional results are quite favorable.

Conclusion The Osteoplastic OZ-MT is a very systematic, anatomical, feasible, and safe craniotomy. The synthesis is easy to do and can be reopened quickly if necessary. Variants and combinations allow us to opt for a more appropriate approach according to each case.

Resumo

Objetivo Apresentar e descrever uma técnica cirúrgica denominada de Craniotomia Orbitozigomática- Mastóideo-Transatical Osteoplástica (OZ-MT Osteoplástica) e mostrar a possibilidade de realizar craniotomias osteoplásticas para os outros acessos transcranianos laterais clássicos.

Técnica A OZ-MT Osteoplástica combina vários acessos transcranianos laterais. O acesso cirúrgico envolve estruturas das porções lateral e basal do crânio, do osso frontal, paredes súperolateral-ínferolateral-pósterolateral da órbita, zigoma, processo zigomático, asas maior e menor do esfenoide, fossa temporal, fossa mandibular, processo zigomático do osso temporal, pirâmide petrosa, mastoide, até as regiões parietal e occipital. O músculo temporal é totalmente preservado e aderido ao retalho ósseo de uma-peça-só.

Resultado Temos desenvolvido e usado de rotina a técnica, incluindo suas variantes e combinações, por cerca de vinte anos, em crianças e adultos, para tratar e/ou remover principalmente aquelas lesões mesial, basal, intra e/ou extracranianas, desde a fossa anterior, passando pela fossa média e indo até às regiões do clivus, artéria basilar e ângulo ponto-cerebelar, com maior grau de liberdade cirúrgica e consequente redução da morbidade e mortalidade. Até agora, não tivemos nenhuma complicação e nem sequelas importantes e os resultados estético e funcional são bastantes favoráveis.

Conclusões A OZ-MT Osteoplástica é uma craniotomia bastante sistematizada, anatômica, factível e segura. A síntese é fácil de ser feita e que pode ser reaberta rapidamente se necessário. Variantes e combinações nos permitem optar por um acesso mais apropriado conforme cada caso.