AIO 2012; 16(01): 062-066
DOI: 10.7162/S1809-48722012000100009
Original Article
Thieme Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Fracture of the temporal bone in patients with traumatic brain injury

Fratura de osso temporal em pacientes com traumatismo crânio-encefálicoMyrian Marajó Dal Secchi1, Juliana Furno Simões Moraes2, Fabrício Barbosa de Castro2
  • 1Specialist Title in Otorhinolaryngology. Postgraduate Student Masteŕs Degree Level of Otorhinolaryngology Discipline of College of Medical Sciences of São Paulo Santa Casa. Chief Service of Otorhynolaringology of Brotherhood of Santa Casa of Mercy of Santos.
  • 2Doctor. Trainee in Otorhynolaringology Service of Brotherhood of Santa Casa of Mercy of Santos.
  • Institution: Brotherhood of Santa Casa of Mercy of Santos. Santos / SP - Brazil.
Further Information

Publication History

09 June 2011

19 September 2011

Publication Date:
12 February 2014 (online)

Summary

Introduction: The fractures in the temporal bone are lesions that are observed in patients with traumatic brain injury (TBI). The computed tomography of high-resolution (CT) allows evaluating the fracture and the complications.

Objective: Evaluate patients with TBI and temporal bone fracture.

Way of study: Retrospective study.

Method: Were evaluated 28 patients interned by TBI with clinical evidence and/or radiologic from temporal bone fractures.

Results: The age ranged from 3 to 75 years. The most affected side was the right side 50% (n = 14), left side 36% (n = 10) and both sides 14% (n = 4). The etiology of the trauma was the falling 25% (n = 7), accidents with motorcycles and bicycles 21% (n = 6), physical aggression 14% (n = 4), running over 11% (n = 3), fall of object 4% (n = 1) and other causes 25% (n = 7). The clinical signs were: Otorrhagia 78%, otalgia 11% (n = 3), otorrhea 7% (n = 2), facial paralysis 7% (n = 2) and hearing loss 7% (n = 2). The otoscopic findings: otorrhagia 57% (n = 16), laceration of external auditory canal 36% (n = 10), hemotympanum 11% (n = 3), normal 7% (n = 2) and Battle signal 7% (n = 2). The findings for CT of skull were: with no alterations 54% (n = 15) and temporal fracture 7% (n = 2) and the CT of temporal bones were: line of fracture 71% (n = 20), opacification of the mastoid 25% (n = 7), glenoid cavity air 14% (n = 1), dislocation of the ossicular chain 7% (n = 2) and veiling of the middle ear 4% (n = 1).

Conclusion: Patients with TBI must be submitted to the otorhinolaryngological evaluation and imaging, for the early diagnosis of the complications and treatment.

Resumo

Introdução: As fraturas de osso temporal são lesões que se observam em pacientes com traumatismo crânio-encefálico (TCE).A tomografia computadorizada de alta resolução (TC) permite avaliar a fratura e as complicações.

Objetivo: Avaliar pacientes com TCE e fratura de osso temporal.

Forma de estudo: Estudo retrospectivo.

Método: Foram avaliados 28 pacientes internados por TCE com evidência clínica e/ou radiológica de fratura de osso temporal.

Resultados: A faixa etária variou 3 a 75 anos O lado mais afetado foi o direito 50% (n = 14), esquerdo 36% (n = 10) e bilateral 14% (n = 4). A etiologia do trauma foi queda 25% (n = 7), acidentes com motocicletas e bicicletas 21% (n= 6), agressão física 14% (n= 4), atropelamento 11% (n = 3), queda de objeto 4% (n = 1) e outras causas 25% (n = 7). Os sinais clínicos foram: otorragia 78% (n = 22), otalgia 11% (n = 3), otorreia 7% (n = 2), paralisia facial 7% (n = 2) e hipoacusia 7% (n = 2). Os achados a otoscopia: otorragia 57% (n = 16), laceração de conduto auditivo externo 36% (n = 10), hemotímpano 11% (n = 3), normal 7% (n = 2) e sinal de Battle 7% (n = 2). Os achados à TC de crânio foram: sem alterações 54%(n = 15) e fratura de temporal 7% (n = 2) e na TC de ossos temporais foram: linha de fratura 71% (n = 20), velamento da mastoide 25% (n = 7), ar em cavidade glenóidea 14% (n = 4), luxação de cadeia ossicular 7% (n = 2) e velamento orelha média 4% (n = 1).

Conclusão: Pacientes com TCE devem ser submetidos à avaliação otorrinolaringológica e de imagem, para diagnóstico precoce das complicações e tratamento.