CC-BY-NC-ND 4.0 · Rev Bras Ginecol Obstet 2017; 39(11): 640-644
DOI: 10.1055/s-0037-1607046
Case Report
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Pregnancy in Non-Communicating Unicornuate Uterus: Diagnosis Difficulty and Outcomes – a Case Report

Gestação em útero unicorno não comunicante: dificuldade diagnóstica e desfechos – relato de casoCamila Silveira de Souza1, Gabriela Gindri Dorneles1, Giana Nunes Mendonça1, Caroline Mombaque dos Santos1, Francisco Maximiliano Pancich Gallarreta1, Cristine Kolling Konopka1
  • 1Department of Gynecology and Obstetrics, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brazil
Further Information

Publication History

13 April 2017

22 August 2017

Publication Date:
03 October 2017 (eFirst)

Abstract

Approximately 1 in every 76,000 pregnancies develops within a unicornuate uterus with a rudimentary horn. Müllerian uterus anomalies are often asymptomatic, thus, the diagnosis is a challenge, and it is usually made during the gestation or due to its complications, such as uterine rupture, pregnancy-induced hypertension, antepartum, postpartum bleeding and intrauterine growth restriction (IUGR). In order to avoid unnecessary cesarean sections and the risks they involve, the physicians should consider the several approaches and for how long it is feasible to perform labor induction in suspected cases of pregnancy in a unicornuate uterus with a rudimentary horn, despite the rarity of the anomaly. This report describes a case of a unicornuate uterus in which a pregnancy developed in the non-communicating rudimentary horn and the consequences of the delayed diagnosis.

Resumo

Aproximadamente 1 em cada 76 mil gestações se desenvolvem em útero unicorno sem comunicação com o colo uterino. Anomalias müllerianas uterinas são, na maioria das vezes, assintomáticas, tornando difícil o diagnóstico, que geralmente é esclarecido durante a gestação ou por conta das complicações gestacionais, como ruptura uterina, hipertensão gestacional, parto pré-termo, hemorragias pós-parto e crescimento intrauterino restrito (CIUR). Com o intuito de evitar cesáreas desnecessárias e os riscos que esse procedimento envolve, considerações devem ser feitas quanto aos diferentes métodos utilizados, e por quanto tempo é viável induzir o parto na possibilidade de útero não comunicante, mesmo sendo uma anomalia rara. Este relato descreve um caso de uma gestação que se desenvolveu em um útero unicorno não comunicante com o colo uterino e as consequências do diagnóstico tardio.