CC BY-NC-ND 4.0 · Arq Bras Neurocir 2012; 31(02): 55-60
DOI: 10.1055/s-0038-1625660
Artigos Originais
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Analysis of intracranial aneurysms treated at a University Hospital in Curitiba

Análise dos aneurismas intracranianos tratados em um Hospital Universitário de Curitiba
Johnni Oswaldo Zamponi Junior
,
Paulo Eduardo Carneiro da Silva
,
Guilherme Zandavalli Ramos
,
Guilherme Mailio Buchaim
,
Lucas Cunha de Andrade
,
Luis Fernando Macente Sala
Further Information

Publication History

Publication Date:
11 January 2018 (online)

Abstract

Objective: The aim of this paper is analyze the population and the types of intracranial aneurysms treated in the neurosurgery service of the Hospital Universitário Evangélico of Curitiba (HUEC), checking possible relations of this pathology with some risk factors and analyzing also the result of the treatment of this patients. Method: We reviewed the hospital files, surgical and out-patient notes of all patients operated on for the treatment of intracranial aneurysms from January 2006 to December 2010, composing a sample of 93 patients. The variables analyzed were gender, age, history of hypertension, smoking habit, diabetes mellitus, site of aneurysm, score scales Hunt-Hess and Fisher at hospital admission and treatment outcome of aneurysms using the Glasgow Outcome Scale (GOS). Results: The patients studied were predominantly women (73%), ranging in age from 51 to 60 years (38%), with a history of hypertension (61%). At admission, the grade 1 in a Hunt-Hess scale was most frequent (31%), while grade 4 on a scale of Fisher was more prevalent (26%). Aneurysms were more frequent in the anterior circulation, mainly affecting the middle cerebral artery. The most frequent score in GOS was 5 (40%). Conclusion: Subarachnoid hemorrhage is an event that may worsen the outcome of treatment of patients with intracranial aneurysms, so there is a correlation between the amount of bleeding identified on CT and prognostic evolution.

Resumo

Objetivo: O objetivo deste trabalho é analisar a população e os tipos de aneurismas intracranianos tratados no serviço de neurocirurgia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC), verificando possíveis relações dessa patologia com alguns fatores de risco e analisando também o resultado do tratamento desses pacientes. Método: Foram revistos os prontuários e descrições de cirurgia de todos os pacientes operados para tratamento de aneurismas intracranianos no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2010, compondo uma amostra de 93 pacientes. As variáveis avaliadas foram gênero, idade, história de hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, diabetes mellitus, local do aneurisma, pontuação das escalas de Hunt-Hess e Fisher na admissão hospitalar e o resultado do tratamento dos aneurismas utilizando a Escala de Prognóstico de Glasgow (GOS). Resultados: Os pacientes estudados foram predominantemente mulheres (73%), na faixa etária entre 51 e 60 anos (38%), com história de hipertensão (61%). À admissão hospitalar, o grau 1 na escala de Hunt-Hess foi mais frequente (31%), enquanto o grau 4 na escala de Fisher foi mais prevalente (26%). Aneurismas mais frequentes foram na circulação anterior, acometendo principalmente a artéria cerebral média. A pontuação na escala de GOS mais frequente foi 5 (40%). Conclusão: A hemorragia subaracnoide é um evento que pode piorar o resultado do tratamento de pacientes com aneurismas intracranianos, havendo, assim, uma correlação entre o volume de sangramento identificado na tomografia e a evolução prognóstica.

1Acadêmico do Curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR) – Curitiba, PR, Brasil.


2Neurocirurgião do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC) – Curitiba, PR, Brasil.