CC BY 4.0 · Rev Bras Ginecol Obstet 2021; 43(07): 570-577
DOI: 10.1055/s-0041-1735153
Case Report | Relato de Caso

Conservative Management of Spondylodiscitis after Laparoscopic Sacral Colpopexy: A Case Report and Review of Literature

Manejo conservador da espondilodiscite após colpopexia sacral laparoscópica: Relato de caso e revisão da literatura
1  Gynecology and Obstetrics Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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1  Gynecology and Obstetrics Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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1  Gynecology and Obstetrics Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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2  Internal Medicine Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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3  Orthopedics Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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1  Gynecology and Obstetrics Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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1  Gynecology and Obstetrics Service, Hospital Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
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Abstract

Sacral colpopexy is one of the standard procedures to treat apical pelvic organ prolapse. In most cases, a synthetic mesh is used to facilitate the colposuspension. Spondylodiscitis is a rare but potentially serious complication that must be promptly diagnosed and treated, despite the lack of consensus in the management of this complication. We report one case of spondylodiscitis after a laparoscopic supracervical hysterectomy and sacral colpopexy treated conservatively. We also present a literature review regarding this rare complication. A conservative approach without mesh removal may be possible in selected patients (stable, with no vaginal lesions, mesh exposure or severe neurologic compromise). Hemocultures and culture of image-guided biopsies should be performed to direct antibiotic therapy. Conservative versus surgical treatment should be regularly weighted depending on clinical and analytical progression. A multidisciplinary team is of paramount importance in the follow-up of these patients.

Resumo

A colpopexia sacral é um dos procedimentos padrão para tratar o prolapso de órgãos pélvicos apical. Na maioria dos casos, uma tela sintética é usada para facilitar a colposuspensão. A espondilodiscite é uma complicação rara, mas potencialmente grave, que deve ser prontamente diagnosticada e tratada, apesar da falta de consenso no manejo dessa complicação. Relatamos um caso de espondilodiscite após histerectomia supracervical laparoscópica e colpopexia sacral tratada conservadoramente. Também apresentamos uma revisão da literatura sobre essa complicação rara. Uma abordagem conservadora sem remoção da tela pode ser possível em pacientes selecionadas (estáveis, sem lesões vaginais, exposição da tela ou comprometimento neurológico grave). Hemoculturas e cultura de biópsias guiadas por imagem devem ser realizadas para direcionar a antibioticoterapia. O tratamento conservador versus o cirúrgico deve ser avaliado regularmente, dependendo da progressão clínica e analítica. Uma equipe multidisciplinar é de suma importância no acompanhamento desses pacientes.

Supplementary Material



Publication History

Received: 21 October 2020

Accepted: 21 July 2021

Publication Date:
30 August 2021 (online)

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